Feliz Ano Novo !!!



Feliz Ano Novo!
O nosso caminho é feito
Pelos nossos próprios passos...
Mas a beleza da caminhada...
Depende dos que vão conosco!
Assim, neste NOVO ANO que se inicia
Possamos caminhar mais e mais juntos...
Em busca de um mundo melhor, cheio de PAZ,
SAUDE, COMPREENSÃO e MUITO AMOR.
O ano se finda e tão logo o outro se inicia...
E neste ciclo do "ir" e "vir"
O tempo passa... e como passa!
Os anos se esvaem...
E nem sempre estamos atentos ao que
Realmente importa.
Deixe a vida fluir
E perceba entre tantas exigências do cotidiano...
O que é indispensável para você!
Ponha de lado o passado e até mesmo o presente!
E crie uma nova vida... um novo dia...
Um novo ano que ora se inicia!
Crie um novo quadro para você!
Crie, parte por parte... em sua mente...
Até que tenha um quadro perfeito para o futuro...
Que está logo além do presente.
E assim dê início a uma nova jornada!
Que o levará a uma nova vida, a um novo lar...
E aos novos progressos na vida!
Você logo verá esta realidade, e assim encontrará
A maior Felicidade...e Recompensa...
Que o ANO NOVO renova nossas esperanças,
E que a estrela crística resplandeça em nossas vidas}
E o fulgor dos nossos corações unidos intensifique
A manifestação de um ANO NOVO repleto de vitórias!
E que o resplendor dessa chama
Seja como a tocha Que ilumina nossos caminhos
Para a construção de um futuro, repleto de alegrias!
E assim tenhamos um mundo melhor!
À todos vocês companheiros(as) que temos o mesmo ideal,
Amigos(as) que já fazem parte da minha vida,
Desejo que as experiências próximas de um ANO NOVO
Lhes sejam construtivas, saudáveis e harmoniosas.
Muita Paz em seu contínuo despertar!
"UM FELIZ 2011"




Idoso pobre tem direito a benefício de 1 salário mínimo


Idosos com 65 anos ou mais e pessoas com deficiência, de qualquer faixa etária, têm direito ao Benefício de Prestação Continuada de Assistência Social (BPC), coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS). No Brasil, atualmente, há mais de 3,3 milhões de beneficiários distribuídos por todos os Estados. O pagamento equivale a um salário mínimo mensal.
Em ambos os casos, para ter acesso ao benefício, a renda mensal bruta per capita da família deve ser inferior a ¼ (um quarto) do salário mínimo. A pessoa precisa comprovar que não possui condição de se manter financeiramente ou de ter o sustento provido pela família. Pessoas com deficiência têm que comprovar que estão incapacitadas para o trabalho e para a vida independente.
Garantido pela Constituição Federal e previsto no Estatuto do Idoso, o BPC é um benefício individual, não vitalício e intransferível, que integra a proteção social básica no âmbito do Sistema Único de Assistência Social (Suas). É direito de cidadania assegurado pela proteção social não contributiva da Seguridade Social. Para receber o BPC, não é necessário ter contribuído para a Previdência Social.
O que fazer – Para requerer o BPC, a pessoa idosa ou com deficiência deve procurar uma agência do INSS, preencher o formulário de solicitação do benefício, apresentar declaração de renda dos membros da família, comprovar residência e apresentar os docume ntos de identificação próprios e da família. Antes disso, é necessário agendar o atendimento pelo telefone 135 da Central de Atendimento da Previdência Social (ligação gratuita) ou no site do INSS  -  www.previdenciasocial.gov.br.
Em relação à pessoa com deficiência, ela deve passar por avaliação da incapacidade para a vida independente e para o trabalho, feita por perícia médica e assistencial do INSS. Se for comprovado que a pessoa é impossibilitada de se deslocar até o local da perícia, a avaliação se dá no domicílio ou na instituição onde a pessoa estiver internada.
Recursos – Os recursos financeiros do BPC têm origem no orçamento da Seguridade Social, são administrados pelo MDS e repassados para o INSS por meio do Fundo Nacional de Assistência Social. O benefício é pago diretamente ao beneficiário ou ao seu representante legal (procurador, tutor ou curador) pela rede bancária autorizada.
Nas localidades onde não há estabelecimento bancário, o pagamento é efetuado por órgãos autorizados pelo INSS. O beneficiário recebe de graça do banco um cartão magnético para usar somente para sacar o benefício. O beneficiário não é obrigado a adquirir nenhum serviço ou produto do banco.
Rede de Mobilização Social


Dizem as regras de boas maneiras que não se pergunta a idade de uma mulher. Mas por quê? Acho interessante, pois, se analisarmos bem, parece que as pessoas de diferentes faixas etárias não estão muito satisfeitas com sua idade naquele momento. E, ao contrário do que dizem por aí, esta preocupação não é exclusiva das mulheres.
Normalmente as crianças não gostam de ouvir aquela frase clássica dita por adultos que não a viam há muito tempo: “Nossa, como você cresceu!”. Enquanto crianças pequenas não há grandes preocupações com sua prórpia idade, mas com o passar dos anos, esta preocupação começa a ganhar espaço na vida dos pequenos.
Os adolescentes também parecem não ser muito satisfeitos com sua própria idade. Eles são grandes o suficientes para chegarem em casa tarde e ainda são crianças para ganhar presente no dia das crianças. E coitado daquele que, ao tentar adivinhar sua idade, falar um ano que seja a menos. O adolescente costuma querer parecer ser mais velho, mais maduro, mais adulto. Porém, logo, logo isto vai mudar.
Com o passar dos anos, acumulamos experiências e passamos por uma série de transformações em nosso corpo, em nosso modo de pensar e de agir. É esperado que tenhamos atitudes e pensamentos coerentes à nossa faixa etária, mas parece que o que mais assusta as pessoas não são estes aspectos psicossociais, mas sim o corpo físico. Sempre que crescemos deixamos de lado um corpo que não é mais condizente à nossa

faixa etária e ganhamos um novo corpo, coerente à nossa atual realidade. As pessoas preocupam-se e manter uma aparência jovem, independente de serem “jovens de espírito” ou não.
Chega a idade adulta. Por volta dos vinte, vinte e poucos anos, as pessoas parecem não se importar muito com a própria idade. Na casa dos trinta a idade começa a incomodar, mas não como quando se era adolescente, acontece o oposto: as pessoas querem aparecer mais novas. Os primeiros sinais de que os anos já se passaram, como o aparecimento dos primeiros fios brancos, o ganho de peso, o surgimento de linhas de expressão podem ser motivo de sofrimento para as pessoas que não aceitam bem sua idade.
Na meia-idade os anos já estão mais demarcados no corpo através destes sinais que começaram a aparecer há pouco mais de uma década. Algumas pessoas não aceitam o passar dos anos e literalmente brigam quando alguém pergunta sua idade ou quando algum “infeliz” pergunta se ela é mais velha do que realmente é. Algumas pessoas tentam “driblar” o passar dos anos com cirurgias plásticas, tratamentos estéticos rejuvenescedores, usando roupas adequadas para pessoas mais jovens, porém, nem sempre conseguem resultados satisfatórios. Alguns realmente conseguem parecer mais jovens (aparência física) com tais atitudes, porém outros acabam exagerando e podem ser taxados como ridículos pelos outros. Além disso, pessoas que não aceitam bem sua idade começam a ter atitudes despropositais, como uma espécie de fuga, uma regressão a um tempo anterior de sua vida: envolvem-se co parceiros mais novos, competem com os filhos, voltam para as baladas. Não estou criticando as pessoas que fazem isto para se divertir, o que é muito saudável, só não é legal querer voltar a ser jovem desta forma.
À medida que os anos passam, a pessoa começa a ter mais consciência de sua própria morte. Se a morte não fez sua indesejada visita na infância, na adolescência e na idade adulta, uma coisa é certa: ela chegará na velhice. Isto também pode fazer com que a pessoa tenha a necessidade de mentir sua própria idade não apenas para os outros, mas para si mesmo e para a dona Morte. Porém, será que ela vai acreditar em sua desculpa?
A questão que fica para a reflexão é a seguinte: Por que é feio assumir sua própria idade? Não é vergonha envelhecer! É bonito assumir a idade que temos, o que somos, que bagagem carregamos nestes anos. Esconder a idade, além de nos fazer parecer enganadores (visto que na maioria das vezes a idade está em nossos rostos), nos faz esconder de nós mesmos tudo o que já vivenciamos no decorrer de nossas vidas. Da próxima vez que alguém perguntar sua idade, não tenha vergonha de responder! Para manter seu espírito jovem não é preciso estar com um corpinho de quinze anos. É questão de ter uma atitude mais positiva perante a vida, ser aberto às mudanças e tentar adaptar-se bem a elas. Isto é muito mais importante que ter um corpo forçadamente jovem.
Porque esconde a idade

A criança e o idoso



A criança nasce para a vida,
o idoso segue rumo à eternidade.
A criança é uma unidade com a mãe e com o pai,
O idoso busca manter-se unido à sua família.
A criança chora por demostrar desconforto,
O idoso, muitas vezes, cala-se para não causar desconforto.
A criança absorve tudo à sua volta,
O idoso, pela sabedoria e experiência, irradia-se para todos à sua volta.
Cuidar de crianças nos dá sentido de perpetuação,
Cuidar de idosos nos dá sentido de gratidão e compaixão.

O que está acontecendo com os Conselhos de Idosos



Participo do Conselho Municipal do Idoso da cidade de Juiz de Fora MG,  desde 1997. Pela vontade dos conselheiros desse período, tive a honra de ocupar a sua presidência, com a importante participação de tantos outros companheiros – profissionais e dirigentes de entidades gerontológicas, seriamente envolvidos com a melhoria das condições de vida dos idosos da cidade.
Passados 13 anos de lá para cá, eu continuo participando do Conselho. Entendo que é um espaço rico para a aprendizagem democrática e crescimento profissional na relação com a representação de forças políticas diferenciadas, porém com o mesmo objetivo: defender e garantir os direitos sociais dos idosos, á luz da Política Nacional do Idoso e do Estatuto do Idoso.
Os tempos mudaram. A participação das pessoas em fóruns coletivos deliberadores de políticas públicas, nos diversos segmentos da sociedade, na minha opinião, está em baixa. As reuniões frequentemente estão vazias. Colegas desmotivados em participar. São poucos e os mesmos conselheiros que comparecem às plenárias. Não sei, se é uma realidade comum aos outros conselhos de políticas, mas me parece, que o quadro é bem comum a outros conselhos. Sobretudo, na participação dos conselheiros governamentais representantes das secretarias municipais: não vão ás reuniões e os colegas deixam a desejar. Não falo de governo A ou B, tem sido assim há um bom tempo. A representação governamental pode ser melhor e de qualidade. Percebo que não há interlocução entre o representante e o representado na rotina diária da Gestão Pública Municipal.
Onde estão os movimentos sociais? Que bandeiras sociais nós defendemos?
As conjunturas internacional e nacional que estão interligadas são outras. E recai sobre a cidade. Pode parecer um lugar comum, mas afirmo que a sociedade está muito individualista. Está dividida em condomínios entre ricos e pobres. Como diz o funk, “cada um no seu quadrado”. Isolados uns dos outros, vamos em frente, lutando pela sobrevivência; a vencer os dias. O espírito associativista está aos frangalhos na UTI (até para as coisas prazerosas da vida, a frequência das pessoas fica ameaçada).
Eu acredito na saída coletiva para os nossos problemas. Acredito na Política de nossas relações cotidianas, enquanto elemento mobilizador para superar os nossos desafios, tendo em vista, a construção de uma nova sociabilidade, para além dos interesses imediatos do meu quarteirão.
Fonte:http://www.cuidardeidosos.com.br/

Uma cuidadora brasileira no Japão





Minha chegada aqui no japão no foi fácil, como de todo estrangeiro que deixa seu país, em busca de melhores condiçoes de vida. Vim para cá achando que trabalharia em fábricas, mas tive a grande sorte de conseguir trabalhar no ramo que gosto, ou seja lidar com seres humanos. Fiquei sabendo deste serviço , fiz meu curriculo e  corri para esta instituiçao , mesmo sabendo que seria dificil, pois não sabia me comunicar com ninguem em japonês.
Tive a grande sorte de passar na entrevista e fui contratada. Encontrei  pessoas preconceituosas, sim, como todo estrangeiro deve encontrar, chorei muito, sofri  por que me deparei com pessoas frias. Minha vida não foi um mar de rosas , mas superei.  Também encontrei pessoas boas que me ajudaram e me ajudam até hoje. A minha chefe é uma pessoa fantástica , que me ajuda muito e até mesmo em situações que não fazem parte do trabalho.  Diria que ela é uma segunda mãe ou uma irmã, pois não tem idade pra ser minha mae e muito nova ainda , acima de tudo, a respeito muito, adimiro muito o seu profissionalismo e sua inteligência. Ela, para mim, sempre será uma pessoa especial !
Bom, a cultura japonesa é diferente de tudo que conheci antes no Brasil. A  alimentação é outra , por exemplo. Quando os vi pela primeira vez, me assustei com a estatura deles , são de estatura baixa muito diferente daquilo que somos acostumados a ver no Brasil. Hoje, se completam 2 anos que estou na batalha aqui; ainda enfrento vários problemas, pois não sei o idioma fluente e a comunicação pra mim é o que mais pesa e se torna difícil.  Adoraria poder entender o idioma e poder trabalhar com mais segurança e tranquilidade e estou me esforçando.
Aqui, no Japão, acredito que o relacionamento entre os idosos e os filhos não mudam em relaçao ao Brasil. O que mais me surpreende, desculpem-me a maneira como vou me expressar, afinal sou brasileira e não estou desfazendo do meu pais - amo minha pátria. A maneira como os japoneses estudam as demências e fazem cursos ,  treinamento  e se empenham em fazer tudo que venha ser bom no dia-a-dia dos idosos é fantástico. A maneira como pensam,é de se tirar o chapéu,  como diz o velho ditado!!
Acredito que, vendo tudo isso, é que resolvi estudar  Serviço Social. Adoro estudar e quero aprender a desenvolver projetos , que venham fazer da velhice uma nova etapa da vida com tranquilidade, conforto e alegria, independente da doenças que os idosos  venham a ter. É uma questão que precisa ser pensada e com detalhes, pois todo ser humano nasce , cresce , se reproduz , envelhece …… E depois da velhice, infelizmente e só a partida. E  após se reproduzir e antes de partida, quero aprender bastante e dar o máximo de mim, para poder fazer da velhice uma nova e boa etapa da vida. Afinal, também vou me tornar idosa e até lá, quem sabe, várias pessoas não mudaram seus conceitos  e maneiras de pensar !
Não faço à ninguém, o que não gostaria que fizessem comigo. E tudo que eu faço aos  idosos  que cuido, espero que façam comigo, quando eu estiver na idade deles !
Ana Paula de Freitas Yoshioka - Cuidadora de idosos brasileira, trabalhando no Japão –  e-mail: pauladefreitas1@hotmail.com
Fonte:http://www.cuidardeidosos.com.br/

10 dicas para lidar com idosos com Alzheimer




O passado no presente: A maior parte dos doentes com Alzheimer passa a viver no passado, ou seja, a sua memória de longa duração substitui a memória de curto prazo. Isto significa que, embora possam lembrar-se nitidamente do que aconteceu há 30 anos atrás, não se conseguem recordar daquilo que almoçaram há 2 horas atrás. Como contornar esta situação? Não contornando, ou seja, deve-se aproveitar para conversar com o idoso sempre que ele quiser, sobre aquilo que ele quiser.
Curto e simples: Quando comunicar com um idoso que sofre de perda de memória, faça-o com frases curtas e simples, ou seja, de muito fácil compreensão. Utilize um vocabulário direto, evitando expressões e eufemismos que podem apenas confundir o idoso. Para além disso, faça apenas uma pergunta ou solicitação de cada vez.
Tempo de resposta: Mesmo com uma comunicação simples, direta e curta, quem vive com a perda de memória necessita de tempo para responder àquilo que lhe foi perguntado ou pedido. Dê ao idoso todo o tempo que precisar para pensar no que lhe foi dito e formular a sua resposta, sem o apressar ou interromper o seu raciocínio. Se vir que pode ser útil, repita o pedido ou a questão.
Repetições, repetições, repetições: A comunicação com um idoso com perda de memória vai certamente estar recheada de frases e perguntas repetidas. Embora possa ser frustrante para quem está a ouvir, em vez de dizer “ainda agora acabei de te dizer”, tenha paciência e volte a repetir a resposta ou a pergunta, de preferência igual ou muito parecido com a resposta anterior, para evitar confundir o idoso.
Outras formas de comunicação: Infelizmente, a perda de memória pode afetar a comunicação verbal de um idoso, que pode ter dificuldade em expressar os seus pensamentos ou formular frases completas e coerentes – algumas pessoas até deixam de falar. Se a fala representa um obstáculo na comunicação com um idoso com perda de memória, mune-se de outras formas de comunicar: esteja atento à linguagem corporal e às expressões faciais, tanto do idoso como as suas – evite movimentos bruscos e revirar os olhos, por exemplo. Por vezes, apontar para algum objeto pode facilitar a comunicação, por isso, peça ao idoso para fazer o mesmo quando estiver com dificuldades em transmitir alguma ideia.
Erros e desentendimentos: Quem sofre de perda de memória nem sempre encontra as palavras certas para comunicar o que pretende, podendo substitui-las por outras que nada têm a ver com o assunto em questão. Esteja sempre muito atento ao desenrolar de qualquer conversa, procurando entender, mesmo por meias palavras, aquilo que o idoso está a tentar comunicar. Recorra a outras formas de comunicação – caso da gestual – se for necessário, mas evite chamar a atenção do idoso ou rir-se dele porque utilizou a palavra errada ou trocou o sentido a uma frase. Fazer isso pode levar a sentimentos de frustração, raiva, tristeza, falta de confiança e dignidade. O que importa é o significado daquilo que está a ser dito e não a forma como é dito: focalize-se nisso.
Mimos e carinhos: A perda de memória não significa a perda de emoção, por isso, mime o idoso com carinhos especiais. O esquecimento e a dificuldade em comunicar pode frustrar o idoso, levando-o à depressão e ao isolamento, o que significa que precisa, mais do que nunca, do sentimento de pertença e de segurança. Faça-lhe companhia numa das suas atividades preferidas, segure-lhe na mão, faça-lhe uma carícia no rosto ou dê-lhe um abraço forte – são gestos tão ou mais poderosos do que as palavras.
Vigilância atenta: Cerca de 60% dos doentes com Alzheimer acabam por se perder, vagueando sem sentido e sem conseguir voltar ao seu ponto de partida, devido à perda de memória. Para evitar situações como esta, assegure que não deixa as portas e/ou janelas da casa abertas; se tem receio que o idoso possa vaguear, não lhe peça para ir buscar o correio ou levar o lixo sozinho; não deixe o idoso conduzir ou andar de transportes públicos sozinho.
Personalidade própria: Apesar da perda de memória, o idoso continua, no fundo, a ser a mesma pessoa, com os mesmos gostos. Só porque a sua memória já não é o que era, não significa que não possa desfrutar de atividades e momentos de lazer que sempre apreciou. Você, melhor do que ninguém, conhece essa pessoa, por isso, faça por honrar a sua personalidade: se o idoso gosta de passear, acompanhe-o; se gosta particularmente de determinado programa televisivo, faça questão de ligar a TV na hora da sua emissão.
Paciência e disponibilidade: Se cuidar de um idoso já é exigente, lidar de perto com um idoso que sofre de perda de memória pode ser um desafio ainda maior. Depois de uma vida longa e preenchida, a terceira idade, com todos os seus obstáculos, pode ser fonte de depressão e desânimo para muitos idosos, os quais contam com os seus familiares e amigos diretos para os acompanhar nos últimos anos de vida. Esse acompanhamento requer, acima de tudo, disponibilidade e paciência, duas preciosidades para quem luta contra a velhice e as suas vicissitudes. Nunca é demais lembrar que, para conseguir isso com sucesso e saúde, quem cuida de alguém também tem de cuidar de si.
Extraído do blog GITZ – da colaboradora Gisele Blagitz